Mene, Mene, Tekel, Upharsin
seasick

Ninfomania

Há uma pequena superioridade na prostituição quando comparada ao incentivo cultural à ninfomania brasileira cultivada pelo mal do feminismo, afinal a prostituta impede os avanços masculinos quando este não envolve uma determinada quantia de dinheiro, a venda do próprio corpo ainda é superior à dá-lo sem exigir algum esforço laboral, barateando-o a preço de ar.

Se a prostituição original era religiosa, realizada em templos em adoração à deuses da fertilidade, o ídolo agora é outro, banhado em fetiche. A veneração feminista à prostitutas como algum modelo de virtude não deixam de ter alguma razão quando se compara às mulheres que compõem seus filões envolvidas num tipo pior de prostituição: a gratuita.

Compulsório

O gratuito fornecido pelo governo empresário significa na realidade que você paga compulsoriamente até quando não tem necessidade de usar, desconhece se está pagando o dobro ou o triplo pois não vê a conta, mas desconfia pelos altos salários dos burocratas que você sonha ser, e se tiver alguma reclamação você espera quatro anos ou grita loucamente nas ruas quebrando o que não é seu e enfrentando a polícia, sendo usado por políticos da oposição que também almejam o teu dinheiro, e ainda sobra tempo nos intervalos para resolver seus problemas com as empresas privadas no twitter e no facebook.

Diante disso parece razoável pagar mais barato pela realidade chilena do que pagar caro pela utopia escandinava enquanto esperamos que nossos serviços africanos fiquem loiros de olhos azuis, o estado escandinavo é o sonho do consumismo brasileiro.