Mene, Mene, Tekel, Upharsin

Desigualdade

Até a esquerda sabe: É melhor ser desigual nos USA do que igual no Brasil.

Darwinismo Sexual

Relacionar-se com o outro sexo no Brasil só está difícil para quem tem standards, o filósofo e não pretensiosos à terapêutica sexual já sabia. Um país onde usar farda é motivo para sexo espanta qualquer conversa sobre darwinismo sexual, que dirá as inúmeras músicas e festas realizadas o ano inteiro meramente para a satisfação da luxúria, como o carnaval. A prostituição está em crise por ter de competir com as mulheres da mais alta vigorosidade moral que a cultura brasileira pode produzir.

A reflexão cristã dita que o fardo desigual é para ser evitado à todo custo, se o conservador tem problemas em encontrar um par é porque está na mesma condição que um dia as mulheres estiveram quando foram atropeladas pelo machismo secular, se só há mulheres más e incorrigíveis corrompidas desde a juventude não vale a pena o esforço nessa direção. A natural auto-defesa contra as investidas do mundo pode tornar o cristão uncool, além de ser mantido contra a vontade em alguma imaturidade, mas inferioridade estética segundo o julgamento do mundo não é pecado.

A reação não é se converter ao problema rebaixando-se ao rebanho dos fornicadores e aceitar a oportunidade à santidade paulina a qual Cristo nos submeteu.

Generosidade

Ao ignorar a meritocracia, o socialismo transformou a caridade em um sistema legal de dever e obrigação, e assim cria-se um estímulo à preguiça. O que não pregam é que até para ser receptor de alguma caridade há de se ter algum mérito em recebê-la. Ao institucionalizar uma política discriminatória sob a justificativa da generosidade e não da justiça, o donatário passa a ter um dever com aquele que encontra-se, por infortúnio ou desígnio ao qual o donatário não causou (exceto sob o marxismo), em mal estar econômico, sob a pena de infringir-lhe um direito, e assim projeta dois males, o de ignorar a causalidade e consequência e punir o saudável economicamente e tornar a falência em uma forma de obter lucro, tal raciocínio é injusto.

O próprio Cristo exigia fé daqueles que curava, compadecendo-se primeiro e ajudando depois, e não estendeu sua ajuda material à todos os homens, apenas à aqueles de quem compadecia, mesmo quando multiplicava peixes e pães. Jó padeceu os males econômicos por uma necessidade de enriquecer-se espiritualmente, o próprio salmista insinuava que Deus não faria padecer um justo de fome. Ao colocar a sua mão demoníaca sob a divina em busca de domínio e controle sob a ordem do mundo, o socialista assina sua sentença ao inferno.