Plástico

Qualquer um que diga que está comendo para emagrecer é considerado louco, mas quando o STF diz, que para criar igualdade, é preciso criar desigualdade não há quem lhe aponte a sua demência de escravizar os brancos, e exaltar os negros pela cor e não por seus méritos individuais: não há nada pior do que uma pessoa se esforçar na vida, e dizerem que foram seus genes que conquistaram o que ele possui.

Mas isso não é de forma alguma o pior a vir, mas a idéia de que, quando quiserem podem suspender as leis fundamentais, até mesmo aquelas a qual eles deveriam ter apreço. Quando é o Estado que cria direitos e não Deus, não há nada errado do mesmo dizer a Deus para ficar quieto e removê-los quando esquemas pragmáticos urgirem, já o Último não os pode fazê-lo, como nos conta as respostas ao falso dilema de Eutífron.

E porque isso? Assim como o Dr. Rey, que vive de implantes, os Luciano Hucks de toga criaram esse mundo de plástico, onde do alto dos poderes gigantes do Estado, visa atender a população seus anseios e criar o mundo ideal, assim os direitos existem para consertar o mundo natural pois este não atende os desejos e anseios de um povo que paga mais pelos serviços do governo do que é cobrado em um iPad.

Quando Deus veio a Terra, ele deixou os planos paradisíacos ao tempo futuro, o STF impaciente, e já dispondo de poderes divinos concedidos pelo Leviatã, está de cima, lutando para tolher o pecado do mundo à violência, revoltando-se contra os efeitos do pecado original: um mundo imperfeito onde todas as criaturas sofrem dramas e tragédias. Não se engane, é uma batalha entre ídolos e o verdadeiro Deus, um em revolta com a Criação do último, querendo arquitetar à sua imagem e semelhança um mundo de silicone onde as leis são passageiras, e não Eternas. É a idolatria do papel, assim como o libertário permite todas as imoralidades menos a quebra do contrato, o socialista acredita no poder divino do mesmo.