O novo

O funcionalista é o novo aristocrata, assim como a derrocada do último foi sua incorporação ao Estado em busca de privilégios, o primeiro está enraizado profundamente por ter sido avaliado por ignorantes vaidosos que ocupam espaços impedindo qualquer debate de idéias que vão contra os tabus que pregam, a sua opção política vem travestida de conhecimento e fonte sugada verozmente por ignorantes em busca de salvar-se do mercado passando pelo filtro ideológico concurseiro, não é muito diferente do fascisto-empresário que busca no protecionismo do Estado a proteção à sua mediocridade em face do livre mercado e da meritocracia. Do ensino de moral e bons costumes sem conotação religiosa travestida de conscientização, a criança é trabalhada a copiar a moralidade do ignorante maior, o professor-pastor-pai, o cego guia o outro cego à fonte de exploração: o produtivo, mas ninguém ou muito poucos são ensinados à produtividade, a vaidade é correspondida em ser rei em seu país e lavador de pratos em outro. Pouco sabia eu, o quão sábios eram a “turma do fundão”, quem não sabe nada já sabe mais de quem sabe errado.