Xeno

A única xenofobia aceitável ao progressista brasileiro é a contra os americanos, basta o país de imigrantes abrir uma rede de lanchonetes que a xenofobia os acusam de engordá-los pela causa imperialista. Tão as sandices propagadas pelo meio universitário, que ainda hoje se pode encontrar quem acredita no boato amazonense. O pobre americano tem de enfrentar em fóruns virtuais perfis falsos pagos pelo PT que insistem que América é um continente, como se o nome do país fosse Estados Unidos da “Murica”.

Certo ceticismo é politicamente saudável, mas o cético brasileiro crê cegamente no pastor da esquerda que enriquece bilhões às suas custas do alto de sua Igreja-Estado, se Feliciano descobrisse que há mais dinheiro circulando no imperialismo latino-soviético que em deturpações do evangelho teria adotado a profissão materialista, mas talvez saiba, afinal virou deputado conservador: Aquele tipo de conservadorismo que vendeu a Dilma para os evangélicos, esse tipo de conservadorismo corrupto denunciado belamente por Pondé, que na ansiedade de tomar o lugar do rival como representante conservador, fez severa oposição à esquerda apoiando o progressismo homossexual. Pondé, o Feliciano deles.

Em tempos de e-mails espiados pelo escandinavo moreno, só sobra mais para o povo que é também vítima do escândalo democrata, pois bem, aqui se faz aqui se paga, o mundo se enamorou com o terceiro-mundista Obama e maioria só votou nele para melhorar a imagem para quando fosse sair de férias, felizmente se deram mal. Pobres americanos, se nem o presidente que entendia de memes o salvaram, quem os salvará?

Ao mesmo tempo, certa xenofilia nos fez adorar a ONU, retire da constituição cidadã os artigos copiados da cartilha globalista e só sobra o hilário endivinamento estatal como cura de todos os males por decreto. Miséria? Há uma lei para isso, infelizmente não dá para comer e nem morar em casa de papel. Mas pego leve, sentado sob uma máquina que faz dinheiro, qualquer um fica maluco.

Talvez no futuro algum nacionalista irá orgulhosamente dizer que um brasileiro refutou Newton, mas para o opróbrio de Olavo de Carvalho, será um esquerdista.