Em dia

O cristão precisa reconhecer sua solitude em terras pagãs, principalmente  a nacional, tal qual Jonas na barriga do peixe o cárcere social daquele em inimizade com o mundo é potente, e um cristianismo fragilizado não o pode dar o suporte necessário ao combate, entende-se: se o cristianismo nacional fosse mais do que simples picaretagem, o país teria algo de valor a conservar seja atualmente, seja em sua história, teria bases e fundamentos para se construir algo de valor para o futuro.

Os possuídos pelo Espírito Santo sempre sofrerão tentativa de escravidão pelos possuídos pelos demônios, se o diabo não nos pode arrancar de Cristo, nos forçará a serví-lo à contra-gosto, impondo dificuldades, confundindo o entendimento e ao fim, as obras do cristão não serão diferentes das obras do maligno, pela sua simples impotência de sobreviver num meio diabólico, como os judeus escravizados no Egito. Se não temos valor, se por um lado somos limitados, seja física ou mentalmente, para o serviço de Deus, por outro temos de enfrentar potestades que se apoderaram da nação, cuja fortuna depende do serviço prestado à elas, uma hidra de mil caminhos que desvia de Cristo, mas conforta a esperança que se deposita no juízo dos últimos dias, que toda cruz acrescentada às nossas costas receberá seu salário, assim como a viúva que deu tudo que tinha foi a que deu mais, seremos nós que demos tudo mesmo para fazer pouco.

Em dia em que comemoram a independência, seja de Deus e da verdade afim de perseguirem suas próprias sombras, fiquemos ainda mais cativos de Deus.