A caridade

Filipe Liepkan

Alguns leitores questionam sobre o que escrevi há algum tempo: “Nesse ponto, o cristão sempre deve desconfiar dos discursos sociais, maquiados na fertilidade imaginativa de que cabe ao cristão, além de propagar as Boas Novas, também propagar a redistribuição de renda e a consciência política. O cristão submetido a esse prisma ativista merece acompanhamento permanente e constante para que se registre a possibilidade quase iminente do afloramento das loucuras socialistas. Iminente conquanto o mero interesse do cristão ao discurso social, quando mistura o sangue de Cristo com a groselha assistencialista, já nos indica sua fraqueza de espírito e o andar dúbio de sua visão da mensagem do Evangelho.” A frase desagradou a alguns poucos e a outros muitos acabou por gerar a dúvida  acerca desse interesse no social.

Não costumo dar explicações sobre o que escrevo. Penso que se as palavras são claras, e se não trouxe ali…

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