Chefia

O mito do patrão explorador vige sobre os ressentidos. O empregado não é obrigado à lealdade e com o fim do negócio ele simplesmente busca o negócio rival e vencedor, já o dono do negócio perde seu sustento. A idéia de que contratar pessoas e alocar recursos é fácil só passa na cabeca de pessoas que tem de apertar parafusos o dia todo. Carros são mecânicos mas pessoas são voláteis, e pesquisar novos investimentos é viver de riscos. O patrão muitas vezes é obrigado a diminuir a margem de lucro e seu salário (se é que o recebe) para a sobrevivência da empresa enquanto ao empregado não é exigido similar sacrifício.

Além de que manter um negócio é manter o sustento de várias famílias, a responsabilidade decisória é comparada à responsabilidade política. O ódio ao patrão é a grande cegueira causada pela esquerda que criminaliza a atividade criativa, que inveja e anseia tomar o lugar de chefia à força. Ao Brasil resta a ilusão aos empresários de estarem comandando seu próprio negócio.