Violador

Soa cômico, mas é pernicioso o uso da palavra “direito” como justificadora de qualquer conduta para contrastar qualquer correção, nesse sentido, uma criança que não consegue fazer uma soma certa está em seu “direito”, e se pese-lhe um corretivo professoral o corretor será considerado violador da “igualdade de direitos”. A sina ficou tão forte entre o populacho progressista que a não aceitação do homossexualismo como correto ganhou credos de doença psicológica, caracterizando qualquer um que some dois mais dois como quatro como psicologicamente doentios.

No fundo, a palavra “direito” tem sido usado como semântica afim de não só tolerar uma conduta errada que mereça justo corretivo, mas dizer que tal conduta é a certa e qualquer determinação de reprovação para consertá-la viola um direito de continuar no erro. É uma fina trapaça a quem não sabe o que é direito de fato e ainda crê que os que dizem tal malícia não esteja legislando sua própria moral.