Brota

A secularização brota quando a pergunta “de onde vem os direitos?” fica nublada, que imagens religiosas devam ser removidas de um governo secular e criminoso deveria ser bandeira de todo cristão que não deseja associar Gott Mit Uns ao nazismo. Seria até caso de blasfêmia a figuração de sacralidade em ambientes tão podres quanto os que dominam o universo burocrático brasileiro.

A injustiça não atrapalha a ordem natural do mundo, é possível contar sobre os benefícios tanto do homicídio legalizado dos coliseus quanto do roubo legalizado dos socialistas, a morte e o roubo podem trazer desgosto ao cristão e às vítimas, mas não à natureza que permanece conformada e ordeira em detrimento da justiça, é somente quanto se tornam crimes ao sagrado que a alma se revela e se pode julgar segundo valores que brotam da dignidade infinita de Deus.

Não há bondade fora de Cristo, homens praticam a iniquidade até quando praticam boas obras, assim como há os que pensam o bem e praticam o mal, eis o dilema da Lei judaica que condenaria a humanidade, a grande vilã da história, sem Cristo, que veio harmonizar o novo homem à Lei, portanto que se limpe um governo anti-cristão do fardo de carregar qualquer valor sagrado que o envergonhe, que o injusto e o imundo seja mais injusto e imundo ainda.