Sinuca

Não se trata da primeira vez, nem da última.

O caminho da aceitação é como uma mesa de sinuca onde um abismo atrai o outro, a primeira bola descategoriza a imoralidade como doença, contrariando que seria um crime abrindo a mesa para a tolerância, depois descobre-se que dizer que se trata de doença é imoral, que a suposta doença é natural, abrindo a mesa para a promoção das outrora vítimas de preconceito, onde se criminaliza o então tolerante com algum tipo de doença psicológica, colocando o normal na cadeia e o anormal na liberdade. A substituição do inocente pelo pecador é concluída.

Eis o destino daquele que buscava um meio termo com o mundo, um raciocínio comum e pragmático, para argumentar com seculares.