Caixinha

O funcionalista acreditar que sua fonte de renda parte do Estado é como acreditar que o leite vem da caixinha. A cada demanda, cada convenção com o governo, pesa-se mais o bolso do trabalhador comum, enquanto sacrificam em ódio o político mais austero.

É percebido que o contribuinte é incapaz de resolver seus problemas com bullying, só a política de mobs da esquerda se mobiliza, mas não existe classe mais indefesa que a do pagador de impostos, que não pode nem fazer greve. A economia planificada é então, thug economy: vale a pressão mafiosa de certos grupos, que, crendo serem vacas sagradas, querem salários escandinavos em país de terceiro mundo, e exigem que o Estado oprima a quem possa para dar-lhes isso, sem que seja preciso obrigar eficiência tornando irrelevante nossa educação e saúde serem as piores do mundo. Nem Bastiat salva a nação onde para que uns recebam sem trabalhar, outros trabalham sem receber. Social Democratas não poderiam amarrar os cadarços de Chris Christie.

São incapazes de perceberem que são parte do problema tanto quantos os políticos, pois fazem parte do Estado. Nada é mais simples para o Estado do que contratar novos empregados, afinal, a lista de privilégios atrai os homens mais baixos, por isso talvez, quando a terrorista in chief cortou as convenções da carta fascista, uma multidão foi ao facebook protestar, mas quando alguém ameaçou equalizar o regime do funcionalismo com o do trabalhador privado, rasgaram as vestes às portas do executivo e guilhotinam os legisladores. A mensagem é clara: medidas de austeridade é somente para o contribuinte, não para o servidor do povo que após ter passado em um concurso onde se decora planfetos de esquerda, está longe da meritocracia, da eficiência, do livre mercado, e é dever do governo protegê-lo das consequências da vida real e defendê-lo de viver no capitalismo.