Farmácia

O escritor de direita é como o primeiro homem a abrir uma farmácia: seus remédios são amargos – alguns são de dolorosa aplicação – as pessoas só correm à ele quando não tem mais nenhuma alternativa e mesmo assim, dada alguma circunstância gravosa devido à demora, morrem e o culparão por isso. Só lhe resta ser a única testemunha da eficiência de seu produto.