Imperial

É correto afirmar que o cristianismo não se assume como uma religião de conquista imperial como o Islam, sua ambição é globalizante – unir a humanidade, porém aceitando suas diferenças, ao reino espiritual e por razão disso supera territórios inteiros por focar-se na salvação da alma individual, que livre não se mobiliza por ambições sociais e sim por empreendedorismo celestial: formar novos discípulos. – e não nacionalizante.

Contudo observa-se que inesperadamente a Igreja se assenta ao território unificado por conquistadores, warlords romanos e gregos que, doando esses sangrentos territórios ao cristianismo por este não foi rejeitado. Islâmicos, que são pré-cristãos em sentido político, só podem olhar para esse tipo de comportamento com um ceticismo que não ajuda avançar a causa da paz.